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Plantas medicinais combinadas em uma única infusão ajudam a emagrecer e desinchar o corpo, pois tem ação diurética.

São nove plantas medicinais em um único chá. A receita, aliada a uma dieta equilibrada, ajuda a exterminar os quilinhos extras a jato.

Elaborado pela cirurgiã plástica estética patrícia de Barros, o chá pode ser feito em casa.

Como prepará-lo

50mg de Centelha asiática
80mg de Melissa officinalis
100 mg de espinheira-santa
50 mg de cássia
40 mg de alcaçuz
100 mg de passiflora
80 mg de boldo 50 mg de dente de leão
80 mg de uva-ursina

Ferva três colheres de sopa da mistura para um litro de água. Coe. Acrescente gotas de limão (a gosto). Ponha o chá para gelar. Beba de três a quatro vezes ao dia, antes das refeições.

Outras plantas medicinais

Confira outras receitas de chás que também ajudam no emagrecimento.

O chá de estévia tem propriedades que auxiliam no emagrecimento com muita eficiência. Junte duas colheres de sopa de folhas fatiadas a quatro copos de água fervendo. Deixe em contato por 20 minutos, tampado. Coe. Beba duas xícaras do chá por dia.

A alcachofra tem ação diurética suave. Para fazer  chá, separe as duas colheres de sopa das folhas fatiadas e jogue num recipiente com dois copos de água fervente. Abafe por 10 minutos antes de coar. Beba duas xícaras por dia, sempre duas horas após as refeições. O chá auxilia também no combate a celulite.

O chá feito com flores de girassol ajuda a perder peso e combate a celulite. Ferva três colheres de sopa da flor fatiada em dois copos de água. Abafe por 20 minutos. Coe. Beba uma xícara do chá em jejum e outra à noite, durante um mês.

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Como já sabemos, comer frutas legumes, verduras, são uma forma de manter a saúde em dia e isso é o que revela um dos maiores e mais extensos estudos já feitos, ligando hábitos alimentares à doença.

Comer frutas e vegetais pode reduzir 30% as chances de um ataque do coração, além de atuar contra a pressão arterial e prevenir derrames. Essa mesma dieta é capaz de diminuir aproximadamente 4% a chance de incidência de câncer.

O estudo que foi realizado em vários países e publicado na revista do Instituto Nacional de Câncer, no reino Unido.

Foram analisadas quase 400 mil homens e mulheres em 10 países europeus, no decorrer de nove anos, em que os voluntários desenvolveram 30 mil tipos da doença.

Ficou comprovado que o consumo diário de frutas e vegetais, embora extremamente saudável, não tem, como se imaginava, um impacto significativo na prevenção do câncer.

Em 1990, a OMS – Organização mundial de Saúde – recomendava a ingestão diária de até cinco porções de vegetais e frutas como forma de combater a doença. Acreditava-se que essa dieta seria capaz de reduzir em até 50% o potencial de desenvolver o câncer.

Segundo os cientistas, alguns fatores associados a essa dieta, incluindo em estudos anteriores, podem ter levado a confusão sobre o real papel do consumo de frutas e vegetais na prevenção do câncer.

Entre eles, a diminuição do consumo de álcool, a prática de exercícios físicos e o hábito de não fumar. Sem falar que a obesidade esta relacionada a vários tipos de câncer.

O que não se pode esquecer é que apesar dos novos resultados o consumo regular de frutas e vegetais não deve ser descartado ou diminuído.

Embora tenha ação limitada contra o câncer, esses alimentos atuam diretamente contra doenças do coração entre outras.

O estudo constatou que os voluntários que ingeriram cinco porções diárias de 200 gramas dessa dieta, apresentaram uma redução de 30% nos casos de doenças do coração e derrames, em comparação com aqueles que ingeriram apenas uma porção diária, o que mostra a eficácia de uma dieta desta natureza.

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Na hora de jantar, muita gente troca a refeição por um sanduiche, que é rápido e fácil de preparar, compatível com a correria do dia a dia.

Mas, quem não resiste a um sanduiche deve ficar atento: existem receitas que podem ser mais saudáveis e ajudam a evitar doenças.

A dica é: preparar os sanduiches com o mínimo de gordura e sem frituras. No lugar da maionese, pode colocar cream cheese, queijo cottage ou usar requeijão light para fazer um patê. O Sanduiche bom para saúde tem que ter muita salada, sendo bem colorido.

Entre os doces que são saudáveis estão o chocolate amargo, com mais de 55% de cacau em sua composição. O chocolate amargo é um alimento antioxidante e faz bem para o coração, além de ajudar na ansiedade. Mas, o consumo deve ser de até 25 gramas por dia.

Na preparação do sanduiche, uma boa pedida é: substituir o pão integral e light pelo pão árabe para variar um pouco. No entanto, a vantagem do pão integral, é que ele possui muitas fibras, que auxilia no funcionamento do intestino.

Benefícios dos alimentos que podem e devem ser usados no preparo do Sanduiche bom para saúde.

Pão integral: é rico em fibras e auxilia no funcionamento do intestino.

Atum: é rico em Ômega 3 e selênio – potencializa a ação antioxidante e retarda o processo de envelhecimento da pele.

Rúcula: é rica em magnésio, fibras e betacaroteno – promove o crescimento, a formação dos ossos fortes, cabelos e dentes saudáveis.

Tomate: é rico em licopeno, que é antioxidante – reduz o risco de doenças cardiovasculares e protege contra o câncer.

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Coma menos, bem menos, e viva mais. A fonte da juventude parece, definitivamente, estar numa dieta de restrição calórica, como indicam estudos realizados nos mais diversos organismos, entre eles o ser humano.

De roedores e homens, todos aumentam sua expectativa de vida sob uma dieta rigorosa. A questão é saber se, num mundo tomado pela epidemia da obesidade, a busca pela longevidade suplantará a tentação de comer chocolate, hambúrguer e pizza.

Numa revisão de estudos publicada na “Science”, especialistas em nutrição e longevidade confirmam que a restrição calórica tem uma influencia direta nos mecanismos moleculares relacionados ao envelhecimento em todos os animais estudados.

Não se trata apenas de ter uma dieta mais saudável e, com isso, retardar o surgimento de problemas tipicamente relacionados à má alimentação e à idade, como as doenças cardiovasculares e a diabetes. Mas de um real efeito de retardar o envelhecimento celular.

O especialista em envelhecimento Valter Longo, do Departamento de Bioquimica da Universidade da Califórnia, em Los Angeles (UCLA), que é um dos autores da revisão afirmou que: “A restrição calórica é boa para a nossa saúde por duas razões básicas”.

“Ela ajuda a prevenir ou adiar alguns problemas de saúde que normalmente ocorrem quando envelhecemos e também direciona a energia antes empregada na reprodução e outras funções para uma ação antienvelhecimento. Na verdade, ela aumenta a proteção do organismo”.

Cientes dos resultados encontrados em animais, com reduções do total de calorias ingeridas por dia de 10% a 50%, algumas pessoas optaram pelo meio termo e vêm seguindo uma restrição de 25% do total diário na esperança de chegar aos 100 anos ou mais.

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Já pensou na possibilidade de tratar doenças com alimentos? Quer dizer, ficar curado a partir do que ingere? Fique sabendo que para muitas enfermidades isso e possível.

E é exatamente com esse pensamento que estudantes vêm dedicando tempo e esforço, para provar que alimentos podem combater vários males, como doenças cardíacas, osteoporose e até mesmo o câncer.

Nos laboratórios das universidades, as pesquisas não param. Alunos e professores da área de saúde desenvolvem estudos e fazem testes para encontrar soluções que sirvam como forma de prevenção e tratamento de doenças.

Na faculdade Salesiana, estudantes do curso de Nutrição, sob orientação da professora Mirian Patrícia Paixão, criaram alimentos cujos ingredientes ajudam a prevenir e tratar problemas como obesidade, prisão de ventre, diabetes, colesterol alto, osteoporose, hipertensão, doenças cardíacas e até câncer de mama e de esôfago.

Com as inovações dos estudantes, diabéticos e pessoas impedidas de consumir trigo, por exemplo, podem experimentar o petit gateau feito com farinha de banana verde, que ajuda a reduzir a taxa de glicose no sangue e, pela riqueza de fibras, auxilia quem tem problemas de intestino preso.

Já o pão de queijo a base de inhame ajuda na digestão. Por ser rico também em orégano, o produto fortalece os ossos, combate a osteoporose e reduz a pressão arterial.

Os estudantes desenvolveram ainda uma sopa de carne de rã, que age no combate a osteoporose, e um bolo de cenoura integral light, para quem tem sobrepeso e diabetes.

Essas são algumas criações dos estudantes, alimentos naturais e misturas combinadas em prol da saúde. Que em um futuro próximo não precisemos de tantos remédios para tratar os males que atinge os seres humanos.

  • Maçãs: Boa fonte de pectina, uma fibra que reduz o colesterol e os níveis de glucose, e de vitamina C, um antioxidante fundamental que ajuda o organismo a absorver o ferro e o folato;
  • Amêndoas: Muita fibra, riboflavina, magnésio, ferro, cálcio e vitamina E. Com um alto teor de gordura, mas da monosaturada, a que protege o coração e faz diminuir os níveis de mau colesterol;
  • Brócolos: Contêm cálcio, potássio, folato, fibra e fitonutrientes, compostos que podem ajudar a prevenir a diabetes, doenças cardíacas e alguns tipos de cancro. Ricos também em vitamina C e fonte do antioxidante beta-caroteno;
  • Amoras: Fontes de fibra pouco calóricas. ajudam a manter a capacidade de memória e reduzir o dano celular ligado ao envelhecimento. Contêm antioxidantes e fitonutrientes;
  • Feijão encarnado: Pobre em gordura e óptima fonte de antioxidantes, proteína, fibra dietética, cobre, ferro, magnésio, fósforo, potássio e tiamina;
  • Salmão: É já muito conhecido o seu alto teor em ácidos gordos ómega 3, que são benéficos para o coração. É pobre em gordura saturada e colesterol e é uma boa fonte de proteína. Prefere salmão selvagem, é menos provável que contenha químicos tóxicos, como o mercúrio;
  • Espinafre: Rico em vitamina A, cálcio, folato, ferro, magnésio, riboflavina e vitaminas B6 e C. Possui compostos que fortalecem o sistema imunitário e ajudam a prevenir certos tipos de cancro;
  • Batata doce: Rica em beta-caroteno e vitamina C, também contém fibra, vitamina B6 e potássio. Não têm gordura e é relativamente pouco calórica;
  • Sumo de vegetais: Forma muito simples de introduzir o consumo de vegetais na tua dieta: contêm as mesmas vitaminas, minerais e os nutrientes dos alimentos originais. O sumo de tomate, por exemplo, é rico em licopeno, um antioxidante que ajuda a reduzir o risco da ocorrência de ataques cardíacos e de alguns cancros. Prefira, no entanto, variedades com pouco sódio;
  • Gérmen de trigo: Uma fonte concentrada de nutrientes: duas colheres de chá fornecem uma dose considerável de tiamina, folato, magnésio, fósforo, ferro e zinco. Pode ser utilizado como topping de cereais de pequeno-almoço, iogurte e saladas, ou como ingrediente em bolos, bolachas ou panquecas, contudo sem abusar nos alimentos referidos anteriormente.
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Já pensou na possibilidade de tratar doenças com alimentos? Quer dizer, ficar curado a partir do que ingere? Fique sabendo que para muitas enfermidades isso e possível.

E é exatamente com esse pensamento que estudantes vêm dedicando tempo e esforço, para provar que alimentos podem combater vários males, como doenças cardíacas, osteoporose e até mesmo o câncer.

Nos laboratórios das universidades, as pesquisas não param. Alunos e professores da área de saúde desenvolvem estudos e fazem testes para encontrar soluções que sirvam como forma de prevenção e tratamento de doenças.

Na faculdade Salesiana, estudantes do curso de Nutrição, sob orientação da professora Mirian Patrícia Paixão, criaram alimentos cujos ingredientes ajudam a prevenir e tratar problemas como obesidade, prisão de ventre, diabetes, colesterol alto, osteoporose, hipertensão, doenças cardíacas e até câncer de mama e de esôfago.

Com as inovações dos estudantes, diabéticos e pessoas impedidas de consumir trigo, por exemplo, podem experimentar o petit gateau feito com farinha de banana verde, que ajuda a reduzir a taxa de glicose no sangue e, pela riqueza de fibras, auxilia quem tem problemas de intestino preso.

Já o pão de queijo a base de inhame ajuda na digestão. Por ser rico também em orégano, o produto fortalece os ossos, combate a osteoporose e reduz a pressão arterial.

Os estudantes desenvolveram ainda uma sopa de carne de rã, que age no combate a osteoporose, e um bolo de cenoura integral light, para quem tem sobrepeso e diabetes.

Essas são algumas criações dos estudantes, alimentos naturais e misturas combinadas em prol da saúde. Que em um futuro próximo não precisemos de tantos remédios para tratar os males que atinge os seres humanos.

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O que é?

É esse mesmo o sentimento que tenho por esta doença. Não gosto dela. Poucas doenças no mundo têm o poder de dar uma enorme dor física e muitas vezes também uma profunda dor psicológica. Mas a endometriose pode. Além da dor física real, ela pode levar a dor da ausência, a dor filho que não chega, a dor do sonho que não se realizou. Mas sentimentos a parte, vamos nesta semana conversar sobre ela. Vamos começar pela sua prevalência. Para você entender vou explicar assim: 10% de todas as mulheres que menstruam tem endometriose, mas se eu analisar apenas as mulheres que estão sem conseguir engravidar então a prevalência é de 30 a 40%; ou seja de cada 10 mulheres inférteis,3 a 4 têm endometriose. É muito alta a prevalência.

Será se a sua chance de engravidar esta diminuída por você ter endometriose?

A resposta é sim. Vamos aos números: definimos sua fecundidade como a chance que você tem de engravidar por mês. Em casais normais a fecundidade é de 15 a 20%, mas se você tem endometriose sua chance é de 2 a 10%. Cai pra caramba! E atentem se que a idade avançando faz estes números ficarem mais miúdos ainda. Mas deixem -me esclarecer uma coisinha: nem toda paciente que tem endometriose tem dificuldade para engravidar. Os números são esses: 50% das pacientes com endometriose também são inférteis, a outra metade engravida naturalmente.

Endometriose e infertilidade: uma relação de causa e efeito?

A hipótese que endometriose causa infertilidade é controversa. Observem que eu disse a vocês que metade das mulheres que têm endometriose engravidam naturalmente. Então partindo dessa premissa, se eu operar e retirar as lesões endometrióticas, a fecundidade desta paciente irá melhorar. Apenas dois trabalhos seguindo todos pré requisitos de uma pesquisa científica foram realizados no mundo. Um no Canadá e outro na Itália. O primeiro conclui que a cirurgia melhorava de forma significativa a fecundidade das pacientes em que as lesões endometrióticas foram retiradas quando comparada com as pacientes que foram operadas mas as lesões não foram retiradas. Mas ai quando tudo parece ficar claro vem o estudo italiano e mostra que a fecundidade era a mesma, independente de se retirar ou não as lesões. Voltamos ao ponto zero. Mas mesmo no primeiro estudo a fecundidade foi menor nas pacientes operadas quando comparado com mulheres férteis normais. Portanto, a fertilidade esta diminuída em pacientes com endometriose.

Que mecanismos biológicos poderiam ligar endometriose e infertilidade?

Aderências pélvicas:
Mulheres com endometriose tem mais aderências e estas aderências dificultam a trompa pegar o óvulo. Em algumas pacientes, na cirurgia, esta tudo aderido. Vocês não têm idéia! É intestino pregado nos ovários, que fica pregado no útero, que também esta preso ao intestino, às vezes, não sabemos nem qual é a estrutura que estamos manipulando. Neste ambiente a gravidez natural não passa de um sonho.
Função peritoneal alterada:
O peritôneo e um tecido que recobre todos os órgãos abdominais e, portanto recobre o útero, trompas etc. Este tecido produz substâncias, mas nas pacientes com endometriose este peritôneo secreta muitas substâncias que são nocivas para a reprodução, vou somente citar algumas delas: fator de necrose tumoral alfa, prostaglandinas, interleucinas e outras. Mas não importa estes nomes, importa saber que todas elas prejudicam seus óvulos, os espermatozóides que por lá chegam e os embriões formados neste ambiente bastante inflamado.

Implantação diminuída:
O endométrio é a camada mais interna do útero e é lá que o embrião se implanta. Pois no endométrio das pacientes com endometriose, uma substância muito importante para a implantação chamada alfa V beta 3 esta bem diminuída.

E quando você deve desconfiar que tem esta doença?
Se você esta com dificuldades para engravidar este fato te deixa com 40% de chances de ter esta doença. E muitas vezes esta é a única manifestação desta doença. O simples fato de você não engravidar é um fator de risco para esta patologia. Algumas mulheres sentem dor: normalmente uma cólica menstrual que vem aumentando, piorando nos últimos anos. Ás vezes aquele analgésico que você usava já não serve mais. A cólica que durava dois dias agora dura dois ou três. Muitas vezes é o intestino que dá a pista: normalmente a paciente com endometriose tem constipação crônica, passa dias sem um funcionamento adequado, mas quando menstrua passa a funcionar mais, algumas vezes com alguma dor. No toque ginecológico que fazemos muitas vezes percebemos que é bastante doloroso, às vezes tocamos verdadeiros nódulos nesta área. Em outras ocasiões, esta doença tem manifestações bizarras. Tive uma paciente que quando menstruava vomitava sangue, isso mesmo, tinha uma endometriose no pulmão e quando menstruava o tecido endometriótico no pulmão também sangrava e ela tinha esta manifestação. Mas estas são raras manifestações. Por fim, pra se dar o diagnóstico desta doença tem que fazer uma laparoscopia – que é um procedimento cirúrgico, com anestesia geral, enfim, não é o mesmo que fazer uma exame de sangue para saber se tem diabetes.

Ok, Doutor agora eu sei que tenho endometriose, mas tem algum medicamento?

Para cura não tem não e acho que estamos longe deste sonho ainda. Na paciente com dor temos muitas opções de medicamentos desde os mais simples como os anticoncepcionais até os mais complexos como os análogos do GnRH, todos tem uma eficiência comprovada. Mas uma alerta: nenhum medicamento pode melhorar a sua fertilidade natural. Portanto, não adianta usar estes medicamentos achando que será melhor para você engravidar. Tenho várias pacientes que chegam ao meu consultório usando remédios achando que o seu potencial de fecundidade irá melhorar. Informo que este não é o caminho!

Eu preciso me operar então?

Novamente depende de vários pontos. Se procura seu médico essencialmente por dor, a cirurgia é quase impositiva e muitas vezes seguida de medicamentos como aqueles que falei anteriormente. Mas veja bem, vai se operar tendo que ter conhecimento que apenas as lesões visíveis serão retiradas, ou seja, a doença pode voltar. Mas o nó da questão é quando a paciente quer engravidar. Opero ou não opero? Então antes de responder eu preciso introduzir outro conceito para vocês. O conceito do estágio da endometriose. Temos 4 estágios: endometriose mínima, leve, moderada e severa. Os únicos trabalhos feitos obedecendo aos critérios científicos corretos foram aqueles dois que eu já citei pra vocês: o canadense e o italiano. Mas estes trabalhos somente analisaram as pacientes com endometriose mínima e leve. E a conclusão nós já sabemos: um trabalho mostrou melhores taxas de gravidez com a cirurgia e o outro não. Quando misturamos estes dois trabalhos existe uma leve tendência a favorecer a cirurgia, mas é apenas de forma leve. Seriam feitas 12 cirurgias para se conseguir uma gravidez a mais. Quando nos dirigimos às pacientes com endometriose moderada e avançada, não temos trabalhos bem feitos. As conclusões destes trabalhos favorecem a cirurgia mas é preciso ter cuidado com a leitura destes resultados pois a metodologia usada não foi a mais apropriada.

Então eu poderia associar tanto a terapia medicamentosa como a cirúrgica para tratar a minha endometriose?

Em tese sim, mas nenhum trabalho mostra vantagens em aumentar a sua fertilidade. Então se o foco em questão for você engravidar esta pode não ser uma boa saída, mas se o seu foco for aliviar a sua dor aí eu acho que vale muito a pena.
Resumindo:
A endometriose não tem cura.
Pode se manifestar principalmente por dor pélvica e infertilidade.
O tratamento cirúrgico tem efeitos claramente positivos em aliviar a dor.
O tratamento cirúrgico não tem claros efeitos em melhorar a sua fertilidade.
Vou ficando por aqui, o assunto é bom demais mas vou preferir falar em dois tempos, próxima semana vou falar sobre a endometriose na era da reprodução assistida.

Como se prevenir?

A alimentação saudável rica em ômega 3 (gorduras essenciais para o funcionamento do organismo), e principalmente em peixes, pode apresentar o melhor caminho para a prevenção a uma doença que causa temor em grande parte das mulheres: a Endometriose.

Uma pesquisa recente revela que mulheres que se alimentam, incorretamente, consumindo muitos produtos industrializados que contenham gorduras trans, estão mais expostas à doença.

De acordo com a especialista em Reprodução Humana Silvana Chedid, a razão é o fato do ômega 3 possuir efeito anti-inflamatório, protegendo a cavidade abdominal contra inflamações.

Mas, não é apenas a alimentação que pode ajudar, a prática de exercícios físicos é um bom caminho, sobretudo quando a atividade é diária.

Como se prevenir?

São recomendados todos os tipo de alimentos de alimentos que sejam ricos em ômega 3, como peixes, especialmente o salmão e a sardinha. Também são recomendados soja, amendoim, legumes e ervilhas, pois diminuem o acúmulo de estrogênio no organismo.

Generosas porções de frutas, legumes e hortaliças, cereais integrais também são um bom caminho.

Não é recomendado: qualquer tipo de produto industrializado com alta concentração de gordura. Frituras, embutidos, frios, salames, presunto, creme de leite, biscoitos, chips, bolos prontos devem manter distancia da geladeira.

Deve-se evitar também, o consumo de alimentos ricos em farinha refinada, desprovidos de minerais essenciais e contendo elevado teor calórico. A ingestão de açúcar, contido em doces e tortas, deve ser consumidos em menores quantidades e de forma bastante cautelosa.

Que essas dicas venham oferecer melhor qualidade de vida.

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O problema do estresse não esta relacionado apenas com doenças, mas também com a alimentação. A falta de nutrientes resulta em estresse, e o contrario também acontece. O estresse causa carência de nutrientes.

Quando o corpo enfrenta situações estressantes, gasta muito mais nutrientes do que o normal. Para repor essa perda, é recomendado comer muitas frutas e verduras, pois são ricas em vitamina C, vitaminas do complexo B, magnésio e manganês. Brócolis, chicória, acelga e alface são ricos nesses nutrientes.

Os maus hábitos alimentares, como ingestão excessiva de açúcar, cafeína e sal, podem predispor ou agravar o estresse, mas deve-se lembrar que também existe o fator emocional.

Com a ingestão de doce, por exemplo, a quantidade de glicose sobe rapidamente no sangue, fazendo com que o pâncreas aumente a produção de insulina mais do que o normal.

Dessa forma, a insulina em excesso irá retirar mais açúcar do sangue, ocasionando hipoglicemia. Esta diminui a tolerância do corpo aos fatores que ocasionam o estresse.

Alimentos antiestresse

Alface – as substancias lactucina e lactupicrina, encontradas principalmente nos talos das folhas, atuam como calmante.

Espinafre e brócolis – previnem a depressão. Contem potássio e acido fólico, importantes para o bom funcionamento das células, garantindo o bom funcionamento do sistema nervoso, devido ao magnésio, ao fosfato e às vitaminas A e C e ao complexo B.

Peixes e frutos do mar – diminuem o cansaço e a ansiedade, pois contem zinco e selênio, que agem diretamente no cérebro.

Castanha-do-pará – melhora sintomas de depressão, auxiliando na redução do estresse. É rica em selênio, um poderoso agente antioxidante. Uma unidade ao dia fornece a quantidade diária de selênio (350mg) recomendada.

Laranja – promove um melhor funcionamento do sistema nervoso. É um ótimo relaxante muscular e ajuda a combater e estresse e prevenir a fadiga. Tem substâncias hidratantes e é rica em vitamina C, cálcio e vitaminas do complexo B.

Alimentos estressantes

Açúcar e cafeína – a ingestão de açúcar e cafeína em excesso dispara reações desordenadas no organismo, o que pode agravar o estresse.

Alimentos com gorduras saturadas, que geralmente possuem difícil digestão, também não são recomendados para diminuir os efeitos do estresse, pois eles interferem na atividade neural, provocando fadiga e raciocínio lento.

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Homem ou mulher todos conhecem os sintomas: mau humor, fome descontrolada, desejo por chocolate, dor nos seios, inchaço… grande parte da população feminina passa por isso mensalmente e em contrapartida os homens sofrem com os sintomas.

Se você não aguenta mais todo esse incomodo a qual é obrigada a passar, tenho uma boa noticia: com mudanças simples em seu hábito alimentar a TPM pode ir embora e levar com ela toda a chateação e tudo mais de ruim que a Tensão Pré Menstrual traz.

As fibras ajudam o organismo a desintoxicar e a manter a glicemia (açúcar no sangue) estável, tirando a ansiedade em comer tudo o que vê pela frente. Elas podem ser encontradas em alimentos integrais – pão, macarrão, cereais – frutas e vegetais.

Beber água é essencial para desintoxicar o organismo e ajudar a desinchar. Os chás também ajudam muito, (menos chá mate e preto), abuse de sucos naturais, água de coco.

Para melhorar o humor a dica é consumir peixes, os de água fria (salmão, arenque e atum), óleo de linhaça são ricos em omega 3 gordura que tem propriedades antiinflamatórias e contribui para a diminuição do aparecimento de espinhas e de celulite.

É interessante fazer uso de alimentos probióticos que enriquecem a flora intestinal fazendo o intestino funcionar regularmente e eliminando toxinas.

Inclua no se cardápio nozes, castanhas, amêndoa, pistaches, todos ricos em gorduras poliinsaturadas que combatem a inflamação, mas, não exagere, pois são bastante calóricos.

Alimentos ricos em triptofano, responsável pela sensação de bem estar, são encontrados no leite e derivados (prefira os desnatados e magros), produtos a base de soja, frutos do mar, feijão, lentilha, arroz e grãos integrais, oleaginosas, ovos e sementes de girassol e gergelim.

Então, porque continuar sofrendo com a TPM vamos mudar esse quadro, são algumas mudanças simples que te trarão benefícios incríveis, tanto para você mulher quanto para as pessoas próximas.

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Elas passam quase despercebidas, mas são tão importantes quanto as proteínas, os carboidratos e as gorduras na dieta.

As fibras, encontradas em cereais, legumes, hortaliças e frutas, mantêm o equilíbrio da flora intestinal, protegem contra o câncer, reduzem o colesterol e a glicose.

E agora há uma maneira mais fácil e saborosa de consumi-las, nas farinhas de casca de maracujá, de banana verde, de laranja e de uva vermelha. Além de melhorar a saúde, elas ajudam a emagrecer sem remédio.

O consumo diário de fibras recomendado é de 25g e, nesse total,  tem espaço para as farinhas. Elas vão bem com saladas de frutas, verduras, sucos, nas sopas, ou em receitas de bolos, biscoitos, tortas, massas de panquecas e mingaus substituindo a farinha de trigo.

As farinhas de frutas são ótimas para os intestinos, que também produzem células do sistema imune, e quando eles funcionam bem, nossas defesas se reforçam.

A casca de maracujá, por exemplo, é rica em pectina, fibra boa para o controle do diabetes, e que forma um gel que reduz a absorção de gordura no intestino, protegendo as artérias e o coração. Ainda aumenta a saciedade.

A de uva vermelha contém resveratrol (encontrado principalmente nas sementes, na película e no vinho), antioxidante que previne o entupimento de vasos ao estimular a produção, pelo fígado, de HDL (colesterol bom) e reduzindo o LDL (colesterol ruim). Ainda evita a prisão de ventre.

Uma colher de sopa de farinha de frutas contém 4g de fibras. Mas não se deve abusar porque o excesso de fibras prejudica a absorção de nutrientes.

A casca de banana verde é rica em um carboidrato que serve de alimento para as bactérias boas que vivem no intestino.

É importante lembrar que as farinhas de frutas não substituem refeições; elas servem apenas como complemento.

A inclusão desse tipo de alimento é interessante, pois as farinhas aproveitam as cascas das frutas, ricas em nutrientes, e que quase sempre são descartadas quando consumida a fruta natural.

Receita de farofa de frutas secas para ceia de Natal light

Pensando em emagrecer sua ceia de Natal? Confira como preparar uma receita de farofa de frutas secas e surpreendas seus convidados. A sugestão é da Bruna Murta, nutricionista Mundo Verde Franquia. Para mais receitas de natal light, clique aqui e acesse nossa galeria de fotos com comidinhas leves e deliciosas

Ingredientes
500g de farinha de mandioca
1 xícara (chá) de uvas-passas
1 xícara (chá) de ameixas-pretas picadas
1 xícara (chá) de damascos picados
1 xícara (chá) de nozes picadas
1 cebola grande picada
½ xícara (chá) de azeite de oliva extra-virgem
3 colheres (sopa) de manteiga
sal marinho e pimenta-do-reino a gosto

Modo de preparo:
Em uma panela, aqueça a manteiga e refogue a cebola, acrescente os demais ingredientes e misture. Retire do fogo e sirva em seguida.

Rendimento: seis a oito porções

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